quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Apatia Fria, escuridão que eu não esqueci


E o passado que voou e ninguém o apanhou, também não sou eu que vou conseguir correr atrás dele e apanhá-lo ainda imaculado.
E a ressaca, mal sentida, que passou e da qual só recordo as dúvidas acerca do que disse, acerca da veracidade do que disse, do que deveria ter dito.
E esses pontos de vista tão ricos e diferentes que mais ninguém entende, mas que são como se me fossem sempre familiares e me completassem.
Dos cruzamentos de relance lamento a falta de insistência, lamento o virar costas, o desinteresse, desculpa, tu que puxaste por mim, pelo meu lado criativo e deixei de te acompanhar porque teve que ser.
Voou mas não esqueci. Nem esqueço. Sempre a tempo e sabes que sim.

Abre aspas, Quando penso no meu sufoco, quase que fico louco, fecha aspas, apaga-se a luz, desapareces do meu horizonte, apodera-se de mim a escuridão e já vou atrasado para te trazer à zona iluminada, ou não?

Se pensas que é para ti enganas-te.
Se sabes que não é para ti é porque é.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

true or false?


A Verdade é relativa à quantidade de Homens que a confirma.
Sem os Homens não há verdade. Sem os Homens não há mentira.
Sem os Homens não há ideia de nada porque não quem faça juízos acerca de nada.
Sem os Homens não há nada.
Sem os Homens.

Não preciso que seja verdade. Apenas de alguém que confirme que não é mentira.
É verdade?