domingo, 29 de dezembro de 2013

Escrevo o que penso mas nem sempre penso o que escrevo. Nada de grave. Ninguém lê o que escrevo e muito menos o que penso. Só aqui deixo estes bocados de mim para que não venha um copo ou um charro que me façam esquecer que estas palavras são minhas, porque se não ficarem registadas aqui não me lembrarei mais de que, um dia, as pensei e larguei por aqui, para me rir delas uns tempos depois, dada a falta de alcance que têm. Ninguém as lê. Só têm sentido para mim. Afinal estas palavras são minhas. Não têm que dizer nada a mais ninguém que não eu. Se toda a merda escreve um livro, então qualquer parvo pode ter um blog. Um dia pode ser que a parvoíce me promova a merda e vos possa dar as minhas palavras. Nesse dia deixarei de escrever.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Coloquei a tua fotografia no bloqueio de ecrã do meu telefone. Posso dar-te uma festa cada vez que o desbloqueio.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

O coração bate rápido. Com cores e promessas, Como ser corajoso. Como posso amar quando tenho medo de me apaixonar? Mas ao ver-te só Toda a minha dúvida de repente se dissipa. Um passinho mais perto. Todos os dias morri à tua espera. Não tenhas medo, amor. Eu amei-te por mil anos E amar-te-ei por mais mil.

terça-feira, 21 de maio de 2013

As cartas estão sempre na mesa. Dois jogadores encaram-se. Os seus olhares dizem tudo e não dizem nada. Faz tudo parte da postura, o bluff, o mistério, o engano no lugar da verdade e a verdade onde se enganam. A jogada mantém-se por tempo indeterminado. Entretanto os dois esquecem-se de que ainda estão a jogar. As posturas mantêm-se. As pálpebras não cerram. Mas o tempo, esse, continua a passar.