domingo, 29 de dezembro de 2013

Escrevo o que penso mas nem sempre penso o que escrevo. Nada de grave. Ninguém lê o que escrevo e muito menos o que penso. Só aqui deixo estes bocados de mim para que não venha um copo ou um charro que me façam esquecer que estas palavras são minhas, porque se não ficarem registadas aqui não me lembrarei mais de que, um dia, as pensei e larguei por aqui, para me rir delas uns tempos depois, dada a falta de alcance que têm. Ninguém as lê. Só têm sentido para mim. Afinal estas palavras são minhas. Não têm que dizer nada a mais ninguém que não eu. Se toda a merda escreve um livro, então qualquer parvo pode ter um blog. Um dia pode ser que a parvoíce me promova a merda e vos possa dar as minhas palavras. Nesse dia deixarei de escrever.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Coloquei a tua fotografia no bloqueio de ecrã do meu telefone. Posso dar-te uma festa cada vez que o desbloqueio.