domingo, 30 de janeiro de 2011

Once upon a time... There was will.

Um mundo físico. Um sem conta de micro-mundos temáticos, onde cada indivíduo tenta vingar.
Nascemos selvagens, como quem diz... Só enquanto não nos expressamos de maneira a sermos entendidos. Porque depois somos logo encaminhados e deixamos de ser selvagens.
Vinga na medicina, vinga nos negócios, vinga na música, vinga nas artes, vinga no futebol, vinga na moda, vinga na informática, vinga na tropa, vinga na política...

Não chega de vingar? Qual é o mal de fazer qualquer outra coisa que não seja impingida pelo poder paternal? Querem-nos felizes e livram-nos logo da liberdade de escolha. Pior do que ser obrigado é não ser obrigado, "mas o pai e a mãe gostavam muito se fosse assim."
Feliz sou eu a fazer o que escolhi fazer, guardando só para mim aquilo que deveras amo fazer.
É o caminho que traço com as escolhas que faço, pela minha própria vontade. E isso é meu e ninguém me tira, por muito mal que ás vezes saiba.

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