Coloco-te em primeiro lugar, venero-te, amo-te dessa forma que só tu conheces e estranhas, amo o que tens, de ontem, de hoje de amanhã, de vivo e sem vida. Crio laços com tudo isso. Dou de mim. Tudo. O que tenho e não tenho. No teu sorriso os meus problemas desaparecem, nos teus braços sinto-me teu, sinto-nos nossos, sinto-te completa. Mas estás quebrada. E não conheço forma alguma de te recuperar, por muito que já tenha explorado possíveis soluções, fica sempre aquém, é sempre um tiro ao lado. De ti só vem nada. E eu também cá estou mas não parece.
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