terça-feira, 2 de março de 2010

Sem te olhar nos olhos, a alma te vejo.

Com os pés na areia, perto dos teus, olho-te inicialmente e avalio-te quase que de forma instantânea: Pareces assim. Cheiras assim. Soas a tal. Lembras-me quem...

Tudo um pré-conceito. Ou tudo, conhecendo-te de fora para dentro.

Com a cabeça no ar e os olhos aqui, avalio-te lentamente.
És única. Muito parecida comigo. Estás sempre a pensar. Sempre a inventar, no teu mundo quase intransponível, ao teu estilo bem vincado e exclusivo. Inspiras-me.

Por isso digo que ao ver-te, me pareces brilhante.
Por isso penso que ao "ler-te", de dentro para fora, és sem dúvida perfeita.

Os olhos são o espelho da alma.

Mas não preciso de os ver para ter noção de que, o que aqui vais depositando, são verdadeiros e puros pedaços de ti.

Sem te olhar nos olhos, a alma te vejo. É linda.

(Tributo especial de uma pessoa especial para uma pessoa especial)

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