Cada vez que a tua mão sobe pelo teu rosto,
o meu coração foge ao ritmo, na dúvida de se será para secar os teus olhos do resultado de algum erro meu. O que te dói a ti, dói-me a dobrar.
Pedir desculpa não chega, bem sei, só se me desculpares.
Porque não sou Deus. Porque não acredito. Porque não sou perfeito, porque não sou omnipresente. Nem emocionalmente constante.
Será influência do desassossego do nome?
Será porque esse desassossego é o motor da escrita?
Só sei que te desejo todo o bem do mundo, numa quantidade que não desejo a mais ninguém.
A tentar descobrir-me, sem grande esperança.
"Hope is for restless".
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