O teu aroma doce e sofisticado, os teus olhos grandes delimitados pela fina e negra tinta que ainda os fazem maiores, mais lindos e brilhantes, a maneira como me olhas e sorris quando és apanhada. A princesa que por um momento faz de mim príncipe.
Nesse momento o Universo quebra. E assim, não quero que me vejas no dia antes, no dia depois, quando andar sujo, suado e com uma vassoura em punho, no lugar onde deveria estar a minha espada. Abateria toda essa aura mágica e extasiante que se encontra suspensa no ar.
Fica assim. Sem mais nem menos. Neste ponto de equilíbrio que tento sem esperança manter eterno.
Porque "nunca deixarei de ser o tipo que limpa a piscina da tua mansão, com quem gostas de passar uns momentos mais quentes, quando o Armani não está."
Ficções de Verão escritas por quem não tem Verão.
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